17 de outubro de 2017

Comunismo deixa “rastro de cadáveres” por onde quer que passe


Comunismo deixa “rastro de cadáveres” por onde quer que passe

Mortandade ocorre “porque aplicaram do jeito certo,” avisa professor

Faculdade grátis, assistência médica grátis e níveis de renda definidos pelo governo são noções cada vez mais populares entre políticos esquerdistas nos Estados Unidos, mas eles estão também provocando preocupações de que alguns dos princípios básicos do comunismo estão vivos e saudáveis nos Estados Unidos.
Este mês marca 100 anos desde a Revolução Bolchevique na Rússia que levou à criação da União Soviética e ao assassinato de dezenas de milhões de pessoas. Depois de um século de horrores econômicos e humanitários, a adoção crescente de princípios socialistas e comunistas nas esferas políticas e econômicas é evidente.
Mas por que essas ideias ainda são populares considerando o histórico do comunismo de fracasso sangrento?
“Educação, educação, educação. Ou talvez eu devesse dizer má educação, má educação, má educação ou ignorância, ignorância, ignorância. De certo modo, condizem,” disse Paul Kengor, que é professor de ciências políticas na Faculdade Grove City e autor do livro “The Politically Incorrect Guide to Communism: The Killingest Idea Ever” (Guia Politicamente Incorreto do Comunismo: A Ideia Mais Assassina que Já Existiu).
“Essa é a consequência de nossas escolas públicas desde o pré-ensino e principalmente nossas universidades que não ensinam às pessoas acerca dos horrores do comunismo,” disse Kengor.
Ele diz que as instituições acadêmicas de todos os níveis estão cometendo erro ao não conscientizar acerca das atrocidades dos 100 anos passados.
“Estão fazendo um trabalho excelente ensinando os males do nazismo e fascismo. Mas no aniversário de 100 anos do bolchevismo e da revolução comunista, que é o que é agora em outubro de 2017, todos deveriam estar em condições de dizer: ‘Oh, sim, mataram cem milhões de pessoas, né?’” disse Kengor.
Kengor diz que os pais precisam parar de enviar seus filhos para escolas caras onde seus filhos são doutrinados por radicais da revolução sexual da década de 1960 que têm simpatia pelo comunismo.
“Se Joãozinho e Aninha, que passaram os primeiros 18 anos de sua vida aprendendo com você as coisas certas e então você os envia para uma faculdade secular, esse asilo esquerdista de loucos, e entregou vinte a trinta a quarenta mil dólares por ano das economias de sua vida e na época de Natal voltaram com suas próprias definições de casamento e sexo e dizendo a você por que você é fascista por não apoiar o governo financiando clínicas de aborto, você ajudou a tornar isso possível. Você não deveria enviar seus filhos a essas faculdades,” disse Kengor. 
Ele diz que enviar conscientemente os próprios filhos às escolas para adotar ideias socialistas e comunistas é fazer exatamente o que radicais como Lênin queriam.
“As faculdades são centros acadêmicos de doutrinação, e se você envia seus filhos a essas faculdades, você vai pagar para destruir a mente deles.
“Vladimir Lênin disse, e cito isso no livro, ‘Dê-me quatro anos com uma criança e a semente que eu plantar nunca será removida,’” disse Kengor.
No livro, Kengor diz que a educação sobre o comunismo nas escolas americanas é tão ruim que uma pesquisa realizada alguns anos atrás mostrou que aproximadamente 25 por cento dos americanos achavam que George W. Bush matou mais pessoas do que Josef Stálin.
Ele aponta que a mortandade que Stálin cometeu foi maior do que a de Adolf Hitler.
“Tenho certeza de que a vasta maioria dos americanos acha que Hitler matou mais pessoas do que Stálin, quando aliás Stálin matou — por alguns relatos, inclusive Alexander Yakovlev — ele disse que Stálin matou entre 60 e 70 milhões de pessoas. Hitler matou cerca de 10 milhões.
“Stálin não é o maior assassino. Mao é,” disse Kengor se referindo ao déspota comunista chinês Mao Tsetung.
“Essa é uma ideologia perigosa e assustadora. As pessoas não sabem disso porque não as estamos conscientizando,” acrescentou Kengor.
Defensores do marxismo e comunismo indicam que líderes maus são responsáveis pelo genocídio, não a ideologia em si. Kengor diz que o registro é claro.
“As pessoas têm aplicado o comunismo da forma correta. O resultado final é isso. Que outra ideologia ou sistema foi tentado por tantas pessoas diferentes em todos os continentes e em todos os grupos étnicos e nacionais diferentes, mas em todo lugar que vai leva a um rastro de cadáveres,” disse Kengor.
Ele diz que o genocídio é um aspecto necessário do comunismo, e a prova está bem ali no “Manifesto Comunista” de Karl Marx e Friedrich Engels.
“Como os próprios Marx e Engles disseram: ‘O despotismo evidentemente será necessário para implementar isso,’” disse Kengor.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Communism leaves 'trail of corpses' wherever it goes
Leitura recomendada:
Ronald Reagan: um exemplo cristão contra o comunismo

16 de outubro de 2017

As metas e responsabilidades do político ideal


As metas e responsabilidades do político ideal

Julio Severo
O político ideal deve:
1. Respeitar a Bíblia e os Dez Mandamentos.
2. Defender o direito absoluto dos judeus à terra de Israel, conforme as fronteiras estabelecidas na Bíblia. Deve também reconhecer Jerusalém como capital eterna de Israel.
3. Defender o direito de as famílias optarem pela educação escolar em casa.
4. Facilitar grandemente o estabelecimento de escolas sob a direção de igrejas.
5. Eliminar a educação compulsória para crianças de 4 anos, permitindo que as famílias tenham mais tempo, liberdade e opções com seus filhos. A educação estatal compulsória é uma violação de direitos humanos. Os pais, não o Estado, têm a decisão prioritária sobre a educação e saúde dos filhos.
6. Reduzir drasticamente a carga opressiva de impostos para 10 por cento ou menos. Deve instituir uma taxa única de imposto de 10 por cento ou menos para todos os cidadãos e todos os negócios.
7. Aprovar uma lei proibindo a propaganda homossexual para crianças e adolescentes.
8. Proibir todo tipo de assassinato intrauterino (aborto legal), mesmo em caso de estupro. Nesse caso, só o estuprador deve receber a pena capital, não suas vítimas (a mulher e o bebê).
9. Revogar o ECA e os acordos com a ONU que favorecem a impunidade de criminosos menores de idade, permitindo assim que criminosos, de qualquer idade, sejam devidamente punidos de acordo com o grau de seus crimes.
10. Revogar a Lei da Palmada, instituída por socialistas para destruir a autoridade dos pais disciplinar filhos rebeldes.
11. Facilitar grandemente a venda e o porte de armas para pessoas de bem e impor um desarmamento rigoroso nos criminosos.
12. Estabelecer a pena capital para assassinos e outros criminosos de alta periculosidade.
13. Proteger o Brasil da agenda globalista e neocon.
14. Protestar, nas instituições internacionais, contra toda propaganda e pressão homossexual dos países ricos sobre os países pobres.
15. Protestar, nas instituições internacionais, contra toda propaganda e pressão antissemita dos países muçulmanos.
16. Instituir um Dia Nacional de Consciência contra a Inquisição, em memória dos judeus brasileiros que foram perseguidos, torturados e mortos.
Sem um avivamento, esse ideal é impossível. Os EUA só alcançaram esse grau de civilidade, em anos passados, porque experimentaram vários avivamentos que colocaram a Bíblia no centro de sua vida social, legal e cultural. Os cidadãos dos EUA, desde sua fundação, andavam com uma Bíblia numa mão e uma arma de defesa na outra.
Sem a Bíblia, o ideal se torna impossível.
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14 de outubro de 2017

Governo Trump sai da UNESCO por causa de preconceito anti-Israel


Governo Trump sai da UNESCO por causa de preconceito anti-Israel

Julio Severo
O Departamento de Estado dos EUA anunciou que os Estados Unidos sairão da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) depois de uma série de decisões desse órgão da ONU que o governo de Trump vê como hostilidade clara a Israel.
Não é a primeira vez que o governo dos EUA age contra a UNESCO. Em 2011 o governo de Obama cortou suas contribuições financeiras à UNESCO depois que esse órgão recebeu os palestinos como membros plenos.
Em maio deste ano, a UNESCO votou, no Dia da Independência de Israel, para aprovar uma resolução rejeitando o direito legal e histórico de Israel à cidade de Jerusalém.
Em julho, a UNESCO declarou que a cidade de Hebron, onde estão enterrados Abraão, Isaque e Jacó, é um patrimônio mundial palestino.
A saída do governo americano da UNESCO é um bom sinal, pois a ONU é um celeiro de ações contra Israel e contra os cristãos. Mas outros sinais deveriam vir.
Os Estados Unidos são, historicamente, o país que mais financia a ONU, cuja sede fica na cidade mais poderosa dos EUA, Nova Iorque.
A criação da ONU foi plano do presidente americano Franklin Delano Roosevelt, que tinha disposições favoráveis à Arábia Saudita, mas não a Israel. A fim de agradar à Arábia Saudita, Roosevelt fez de tudo para impedir a criação do Estado de Israel na década de 1940. Seguindo as disposições de seu criador, a ONU sempre privilegia os sauditas e os muçulmanos, em detrimento de Israel.
Em sua campanha eleitoral em 2016, Trump disse que se eleito ele tiraria os EUA da ONU inteira, não só da UNESCO. Apesar das muitas ações anti-Israel e anticristãs da ONU, o governo de Trump tem continuado a tradição americana de financiar a ONU.
Com informações da Rede de Televisão Cristã dos EUA.
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13 de outubro de 2017

O Islamismo se Levanta a Partir do Secularismo da Europa


O Islamismo se Levanta a Partir do Secularismo da Europa

Giulio Meotti
Em outubro de 2000, na ensolarada cidade francesa de Nice, a Convenção Europeia com 105 membros esboçou a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.
Elaborada pela comissão do ex-presidente francês Valéry Giscard d'Estaing, o documento se referia apenas ao "patrimônio cultural, religioso e humanista da Europa". O Parlamento Europeu rejeitou uma proposta de Membros Democratas Cristãos do Parlamento Europeu e do Papa João Paulo II de incluir no texto as "raízes judaico-cristãs" da Europa.
Na Carta de 75.000 palavras não há sequer uma menção ao cristianismo. Desde então, uma onda de secularismo agressivo tem permeado todas as políticas da UE. Por exemplo, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos pediu a retirada dos crucifixos das salas de aula: eles eram hipoteticamente uma ameaça à democracia.
A cidade de Nice — onde há exatamente 16 anos os governantes da Europa decidiram eliminar as raízes judaico-cristãs da Constituição da UE (nunca aprovada) — acabou de testemunhar a sangrenta manifestação de outra religião: o Islã radical. "A natureza abomina o vácuo": esta é a verdade que nossas elites não querem ouvir; o islamismo se levanta a partir do que William McGurn, autor de discursos de George W. Bush, chamava de "secularismo irresponsável da Europa".
Isto é possível ver não só nas igrejas da Europa, três quartos delas vazias, e no crescimento vertiginoso da conversão dos europeus ao Islã, mas também no que está acontecendo nas escolas da Europa. Essas tendências não dão suporte à visão de Viktor Orbán de uma Europa cristã.
Há alguns dias, a Bélgica que recentemente foi alvo de ataques terroristas, decidiu que as aulas de religião nas escolas de língua francesa de ensino fundamental e médio serão cortadas pela metade a partir de outubro de 2016 e substituídas por uma hora de "aulas de cidadania": lições de secularismo. Em Bruxelas, 50% das crianças em escolas públicas já optaram por frequentar aulas sobre o Islã.
Na França, o governo socialista impôs uma "carta de secularismo" em todas as escolas banindo o cristianismo do sistema educacional. A carta é o manifesto da "révolution douce" ("revolução adocicada"), melhor dizendo: secularismo extremo da França. É uma tentativa de eliminar qualquer asserção de identidade. A quipá judaica, a cruz cristã e o véu islâmico são tratados da mesma maneira. O secularismo é o que tem sido corretamente definido como "o ponto cego da esquerda em relação ao Islã".
Além de tudo é um secularismo que endoidou. A título de exemplo a escola de ensino fundamental Yves Codou, que fica no vilarejo de La Môle, comemorou o "Dia dos Cuidadores" em vez do Dia das Mães, a fim de não causar dissabores aos casais gays. Certos municípios já mudaram o formulário de inscrição para crianças em idade escolar, eliminando as palavras "pai" e "mãe", substituindo-as por "gestor legal 1" e "gestor legal 2". É a "Novilíngua" de George Orwell.
Após dois ataques terroristas de grandes proporções em 2015, a França, em vez de promover uma "jihad" cultural baseada em valores ocidentais, respondeu ao fundamentalismo islâmico com um ridículo "Dia do Secularismo" a ser comemorado todo dia 9 de dezembro.
Não é que o secularismo "exacerbou" essas tensões culturais como afirmam muitos liberais. É que este secularismo afastou a cultura francesa dos ideais que criaram o Ocidente. O afastamento fez com que esta cultura ficasse cega em relação à incompatibilidade do islamismo com os valores seculares. Após o massacre na redação da revista satírica Charlie Hebdo, a professora francesa Isabelle Rey ressaltou que
"muitos dos nossos estudantes não compartilham da nossa consternação em relação aos acontecimentos. Podemos fingir que há consenso, mas a realidade é que uma parcela significativa da população acredita que os jornalistas mereceram o fim que tiveram ou que os irmãos Kouachi (os assassinos) morreram como heróis".
Esse secularismo tacanho também impediu a França de apoiar abertamente os cristãos orientais oprimidos pelos islamistas. O conjunto musical "The Priests" planejava anunciar a próxima apresentação em Paris com uma faixa no poster dizendo que haverá arranjos em apoio à causa dos cristãos perseguidos no Iraque e na Síria — mas a empresa que opera o sistema metroviário em Paris inicialmente proibiu o anúncio, alegando que considerava a faixa uma violação ao secularismo.
Suécia, um dos países europeus onde há mais infiltração do islamismo radical, é considerada a nação "menos religiosa" do Ocidente. De acordo com a agência Statistics Sweden, apenas 5% dos suecos são religiosos praticantes e um em cada três casais se casam somente no civil. Como é que a Suécia chegou a esse ponto? Há muitos anos o governo sueco proibiu qualquer atividade religiosa nas escolas, exceto aquelas diretamente relacionadas às aulas de religião.
Como se isso não fosse o bastante, o secularismo também não tem respostas para a questão de como lidar com o terrorismo; além disso o secularismo deixa os europeus inseguros sobre o que vale a pena lutar, matar e morrer. Se você acredita, como os secularistas acreditam, que os nossos valores são meros acidentes da história e que o bem maior é o conforto, então você não irá dar a mínima pelo futuro da civilização.
O símbolo deste 'euro-secularismo' é a igreja Oude Kerk, uma das igrejas mais famosas de Amsterdã, datada do século XIII. A igreja, ora vazia, é usada para exposições e pode ser alugada para jantares de gala. Do outro lado da rua fica o "Sexyland", apresentando "shows de sexo ao vivo", uma "coffee shop" para venda de drogas e um supermercado "erótico" para a venda de vibradores. Por sete euros é também possível visitar a igreja.
Tradução: Joseph Skilnik Original em inglês: Islamism Rises from Europe's Secularism
Divulgação: www.juliosevero.com
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12 de outubro de 2017

O que deveria ser o Dia das Crianças?


O que deveria ser o Dia das Crianças?

Julio Severo
Dia das Crianças deveria ser dia de combater tudo o que é contra as crianças.
* Combater o aborto, porque mata crianças.
* Combater a contracepção, porque ela combate as crianças e até mata crianças com métodos que são micro-abortivos, inclusive o DIU e a pílula “anticoncepcional.”
* Combater o ECA, porque ele combate os pais, que são os maiores protetores das crianças, e coloca o Estado como o maior protetor das crianças, sendo que toda vez que o aborto é legalizado, o Estado se torna a maior máquina assassina de bebês.
Para quem vê 12 de outubro como Dia das Crianças, a Palavra de Deus diz:
“Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem cuja aljava está cheia deles! Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal.” (Salmo 127:3-5 NVI)
Para quem vê 12 de outubro como outro tipo de data especial, a Palavra de Deus diz:
“Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e por tua fidelidade! Por que perguntam as nações: ‘Onde está o Deus deles?’ O nosso Deus está nos céus, e pode fazer tudo o que lhe agrada. Os ídolos deles, de prata e ouro, são feitos por mãos humanas. Têm boca, mas não podem falar, olhos, mas não podem ver; têm ouvidos, mas não podem ouvir, nariz, mas não podem sentir cheiro; têm mãos, mas nada podem apalpar, pés, mas não podem andar; nem emitem som algum com a garganta. Tornem-se como eles aqueles que os fazem e todos os que neles confiam.” (Salmo 115:1-8 NVI)
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10 de outubro de 2017

Roy Moore atacado por homo-fascistas por compartilhar meu artigo de apoio às leis contra propaganda homossexual na Rússia


Roy Moore atacado por homo-fascistas por compartilhar meu artigo de apoio às leis contra propaganda homossexual na Rússia

Julio Severo
No rastro da reportagem tendenciosa da CNN intitulada “Roy Moore’s Facebook page shared inflammatory memes, article praising Russia’s anti-gay laws” (Página de Facebook de Roy Moore compartilhou memes inflamatórios e artigo louvando leis anti-homossexualismo da Rússia), que ataca Moore por causa do meu artigo do BarbWire, os sites homossexuais americanos Intomore e LGBTQNation rapidamente seguiram o exemplo.
Referindo-se a meu artigo, LGBTQNation publicou sua manchete: “Senate candidate Roy Moore agrees with Russia’s antigay crackdown” (Candidato ao Senado Roy Moore concorda com as sanções severas contra o homossexualismo na Rússia).
Num artigo intitulado “GOP Senate Candidate Shares Article Endorsing Russia’s Brutal Anti-Gay Propaganda Laws” (Candidato Republicano ao Senado Compartilha Artigo em Apoio das Brutais Leis Anti-Homossexualismo da Rússia — como se proibir a propaganda homossexual para crianças fosse “brutal”), o Intomore disse:
Um dos políticos mais homofóbicos dos EUA está em grandes problemas mais uma vez depois de reportagens de que sua página de Facebook compartilhou um artigo elogiando as leis anti-propaganda homossexual da Rússia.
Roy Moore, o ex-juiz do Supremo Tribunal do Alabama que tentou bloquear o casamento de mesmo sexo em seu estado, compartilhou o link ofensivo em 2015. De autoria de Julio Severo, do site BarbWire, o artigo se refere ao governo opressivo de Putin como defendendo “uma postura forte em defesa de valores da família tradicional.”
“A lei proíbe grupos e indivíduos homossexuais de dar informações sobre homossexualismo para crianças,” escreve Severo. “Os infratores enfrentam multas pesadas e prisão.”
O Intomore se queixa de que “paradas gays têm sido proibidas em toda a” Rússia.
A lei russa mata a propaganda homossexual, não homossexuais. Em contraste, a Arábia Saudita mata os dois: a propaganda homossexual e os homossexuais.
O Intomore vê a diferença? Ao que tudo indica, não. Uma simples busca do Google revela, em seus resultados, que o Intomore condenou a Rússia muitas vezes (em 78 resultados) e a Arábia Saudita apenas 4 vezes (sim, incrivelmente só 4 resultados).
Se entendo a lógica do Intomore, se você proíbe a propaganda homossexual, você merece muitas condenações. Mas se você proíbe a propaganda homossexual e aplica a pena de morte em homossexuais, você merece só algumas condenações.
Então, para evitar muitas condenações de Intomore e outros sites homossexuais americanos, será que a Rússia deveria imitar a Arábia Saudita, o parceiro islâmico mais íntimo dos Estados Unidos, e acrescentar a pena de morte para homossexuais?
A Rússia é a maior nação cristã ortodoxa do mundo. A Arábia Saudita é a capital do islamismo no mundo.
Obviamente o Intomore e outros sites homossexuais estão muito mais preocupados com o Cristianismo do que com o islamismo.
Se os homossexualistas no Intomore recebessem a oportunidade de escolher entre a Arábia Saudita e a Rússia para viver, eles escolheriam a Arábia Saudita?
Talvez a filosofia de vida deles seja: É melhor morrer sob o islamismo do que viver sob o Cristianismo!
O Intomore também disse sobre Moore:
O homem de 70 anos disse no programa “After Words” do canal C-SPAN2 numa entrevista de 2005 que a homossexualidade deveria ser ilegal. Moore chamou as relações de mesmo sexo de “abomináveis, detestáveis, não mencionáveis e nojentas demais e notórias demais para requer outra definição ou mais detalhes ou descrição.”
Nada novo. Moore meramente disse o que as Bíblias judaica e cristã vêm dizendo há milhares de anos!
Lamentavelmente, os Estados Unidos de hoje concedem liberdade excessiva para homossexualistas — um absurdo jamais imaginado pelos fundadores dos EUA, inclusive o primeiro presidente americano, George Washington, que abominava a homossexualidade e expulsava homossexuais, mas nunca os matou.
O Intomore acrescentou:
Moore, que também compartilhou um vídeo questionando se o presidente Barack Obama é muçulmano, recentemente ganhou a indicação do Partido Republicano.
Então o Intomore está descontente que Moore sugeriu que Obama é muçulmano? Para o Intomore, o islamismo é melhor do que o Cristianismo? Se a resposta é sim, viver nos Estados Unidos ou Rússia é uma má escolha e um “pesadelo.” Eles deveriam se mudar para a Arábia Saudita.
Em seguida, o Intomore disse sobre mim:
Mas pelo menos uma pessoa está contente com o apoio de Moore à homofobia russa: o próprio autor do BarbWire.
Respondendo à reportagem da CNN que foi o primeiro canal a dar a notícia, Severo escreve que é um “privilégio” que seu artigo tenha sido compartilhado pelo ex-juiz, que foi removido de sua posição depois de ser condenado por numerosas violações éticas. Chamando o canal de TV de “Rede Comunista de Notícias,” o autor se refere à CNN como “um dos canais esquerdistas e anticonservadores mais fanáticos dos Estados Unidos.”
As “numerosas violações éticas” são principalmente que Moore recusou a ordem de um juiz federal para remover um monumento dos Dez Mandamentos do salão do tribunal e que ele se opôs ao “casamento” gay, resultando na sua suspensão permanente. Eu também adoraria ser condenado por tais “violações éticas”!
Como evangélico, Moore agiu corretamente ao compartilhar meu artigo em apoio das leis anti-propaganda gay da Rússia.
Os cristãos não aprovam o tratamento islâmico brutal de homossexuais na Arábia Saudita e outros países muçulmanos. Esse tratamento resulta na tortura e morte de homossexuais.
Mas os cristãos em todos os lugares aprovam a justiça em todos os lugares. Se a Rússia tem uma lei proibindo a propaganda homossexual para proteger crianças e adolescentes dos efeitos nocivos da doutrinação homossexual, isso é justiça.
Se a Rússia, a maior nação cristã ortodoxa do mundo, aprova tal justiça, os cristãos em todos os lugares elogiam.
Se os Estados Unidos, a maior nação protestante do mundo, aprovam tal justiça, os cristãos em todos os lugares elogiam.
Sou brasileiro, mas louvo George Washington por sua atitude correta de abominar a homossexualidade e expulsar homossexuais. Ele expulsaria os homossexualistas do governo dos EUA hoje? Com certeza! Sou fã de Washington. Contudo, o Intomore preferiria expressar muitas condenações do cristão Washington e só algumas condenações dos sauditas islâmicos.
Para os homo-fascistas, é “brutal” proibir a propaganda homossexual para crianças. No entanto, seja o que for que eles pensem, eles não têm direito aos nossos filhos. Aliás, eles não têm absolutamente nenhum direito sobre as crianças.
É realmente brutal não proteger crianças e adolescentes da propaganda homossexual.
Tenho plena convicção de que se Washington ressuscitasse hoje e lhe dessem uma oportunidade de oferecer suas opiniões sobre leis que proíbem a propaganda homossexual, ele ficaria do lado da segurança das crianças.
Washington não está aqui. Mas os EUA têm milhares de cristãos como Washington. Moore é um deles.
Proteger as crianças da homossexualidade predatória e sua propaganda é mais importante do que proteger a propaganda homossexual predatória para crianças.
Roy Moore deveria ser elogiado por entender essa diferença e ficar do lado de Washington.
Os EUA precisam de heróis como Washington. Moore é um deles. Se os EUA têm indivíduos perversos, inclusive em seu Departamento de Estado e suas embaixadas, que louvam a sodomia no mundo inteiro, por que os EUA não podem ter um herói elogiando iniciativas no mundo inteiro, inclusive na Rússia, para proteger crianças da propaganda homossexual?
Leitura recomendada sobre Roy Moore:
Leitura recomendada sobre outros esquerdistas dos EUA contra Julio Severo:

9 de outubro de 2017

Mídia interpreta totalmente errado decisão brasileira sobre terapia de orientação sexual


Mídia interpreta totalmente errado decisão brasileira sobre terapia de orientação sexual

Peter Sprigg
O movimento ativista LGBT há muito tempo é notório no uso de uma variedade de inverdades e/ou distorções para avançar sua agenda social e política.
Em poucas áreas isso tem sido tão descarado e chocante como na atual guerra total contra a liberdade dos clientes e terapeutas de aplicar iniciativas de mudança de orientação sexual (IMOS).
Por exemplo, dizem-nos (falsamente) que a evidência científica prova que todas as IMOS são prejudiciais. No entanto, até mesmo a Associação Americana de Psicologia, que é de tendência esquerdista e critica as IMOS, foi forçada a confessar:
Os estudos iniciais e também recentes de pesquisa não fornecem nenhuma evidência de preponderância de resultados prejudiciais entre pessoas que experimentaram iniciativas para mudar sua orientação sexual… Portanto, não podemos concluir uma probabilidade de que as IMOS trarão danos.
A cumplicidade (ou ignorância) da grande mídia em tudo isso é destacada com o uso contínuo do termo “terapia de conversão” em referência a uma prática cujos profissionais reais a ela se referem como “terapia de reorientação sexual,” “iniciativas de mudança de orientação sexual” (ou IMOS); ou o termo mais recente “análise da fluidez da atração sexual na terapia” ou EFAST; ou “terapia reparativa” — mas não “terapia de conversão.”
Outra afirmação feita pelos críticos das IMOS é que as IMOS têm como premissa a convicção de que a homossexualidade é uma desordem mental — uma convicção que eles afirmam foi desacreditada por votação na Associação Americana de Psicologia em 1973 para remover a homossexualidade de seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM). Contudo, a decisão de 1973 não teve como base nenhum volume claro de evidências científicas que provassem que a homossexualidade é normal, natural e inofensiva. Pelo contrário, como consequência de ativismo político agressivo, a Associação Americana de Psicologia (AAP) simplesmente mudou a definição de “desordem mental” de tal forma que excluiu a homossexualidade, tornando-a dependente da presença da “angústia subjetiva.”
Embora seja provavelmente verdade que a maioria dos terapeutas que ajudam em iniciativas de mudança de orientação sexual não considere a homossexualidade uma variante normal e natural da sexualidade humana, não é necessário classificá-la como “desordem mental” para justificar o trabalho deles. Muitas pessoas que têm experiências de atração de mesmo sexo de fato têm experiências com “angústia subjetiva” acerca desses sentimentos, e só isso já é suficiente para justificar permitir que os terapeutas ajudem as pessoas a vencerem essas atrações, se essa é a meta que o cliente escolher.
Todo esse conhecimento é necessário para entender a razão por que fui cético com relação a um artigo da Associated Press publicado recentemente sob a manchete “Recurso contra decisão no Brasil de que a homossexualidade é doença.” De acordo com o artigo, o “juiz Waldemar Cláudio de Carvalho deu como decisão na semana passada que dá para considerar a homossexualidade como uma doença que pode ser tratada com terapias de conversão de orientação sexual.” O artigo indicou que a decisão teve o efeito de derrubar uma resolução de 1999 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que tinha como objetivo “proibir psicólogos de tratarem a homossexualidade como doença.”
Um artigo do jornal britânico The Guardian ofereceu mais detalhes, notando que o caso foi “trazido por Rozangela Justino, uma evangélica e psicóloga cuja licença foi revogada em 2016 depois que ela ofereceu ‘terapia de conversão.’” Contudo, eu estava ainda em dúvida se estávamos obtendo a história inteira nessa tão chamada “decisão de que a homossexualidade é doença,” então fiz contato com Julio Severo, um ativista pró-família brasileiro e blogueiro cristão, para ter mais informações.
Depois de pesquisar a questão, Severo confirmou minhas suspeitas com um artigo em seu site. Severo oferece uma tradução da Resolução 001/1990 do CPF, a qual inclui o seguinte:
* A homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão.
* Os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.
* Os psicólogos não se pronunciarão… em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.
Entretanto, a prática particular da terapia de reorientação sexual com clientes que consentem e que estão angustiados com atrações indesejadas de mesmo sexo não viola, em si, nenhuma dessas restrições. Além disso, uma tradução do Google de artigo noticioso diz explicitamente: “A decisão liminar do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho mantém a integralidade do texto da Resolução 01/99.”
No entanto, Severo diz que a resolução também incluía um parágrafo que diz:
* Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Essa parece ser a única parte da resolução do CFP que o juiz realmente modificou, ao determinar, como Severo a traduz:
que Conselho Federal de Psicologia que não a interprete de modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P.
O artigo traduzido cita o juiz expandindo acerca da importância da “liberdade científica,” dizendo que uma proibição total em tal terapia
proibiria o aprofundamento dos estudos científicos relacionados à (re)orientação sexual, afetando, assim, a liberdade científica do país… na medida em que impede e inviabiliza a investigação de aspecto importantíssimo da psicologia qual seja a sexualidade humana.
O artigo traduzido também diz que a decisão do juiz “Ressalta, ainda, o caráter reservado do atendimento e veda a propaganda e a publicidade” para a terapia de reorientação sexual.
Apesar disso, um porta-voz do CFP condenou a decisão, discordando da ideia de que a política do CFP interfere com as pesquisas. De acordo com o Guardian,
“Não temos nenhum poder sobre as pesquisas,” ele disse. “Do jeito que o juiz se expressou deu a impressão de que proibimos as pesquisas, o que não é verdade.”
Entretanto, é difícil entender como alguém pode “fazer pesquisas” sobre a terapia de reorientação sexual se ninguém tem permissão de se envolver em tal terapia.
Em resumo, uma decisão muito modesta de um juiz brasileiro na defesa da liberdade de clientes, terapeutas e pesquisadores foi distorcida pelos meios de comunicação (principalmente pela Associated Press), numa distorção que a transformou numa decisão judicial de que a homossexualidade é “uma doença.” Os meios de comunicação precisam urgentemente abandonar a caricatura que eles inventaram das iniciativas de mudança de orientação sexual — e os EUA precisam de mais juízes com a sabedoria e coragem do juiz Carvalho.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Family Research Council (Conselho de Pesquisa da Família): Media Gets Brazil Ruling on Sexual Orientation Therapy All Wrong
Leitura recomendada: