28 de março de 2017

Por que não levar a sério o liberalismo teológico da TMI?


Por que não levar a sério o liberalismo teológico da TMI?

Julio Severo
A TMI deveria ser o foco prioritário de todas as igrejas presbiterianas e luteranas. A TMI, que é a sigla da Teologia da Missão Integral, é a versão protestante da Teologia da Libertação. Ambas têm orientação marxista.
Quase dez anos atrás, quando ministrei uma palestra na VINACC (conhecida hoje como Visão Nacional da Consciência Calvinista), proibi a turma da revista Ultimato de vender suas revistas dentro da sala onde eu estava ministrando. Por que? Por que a Ultimato estava envolvida com a TMI. A TMI é nociva. É liberalismo teológico.
Se eu fosse chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, nenhum “apóstolo” da TMI teria vez e voz para palestrar ou dar aulas. Sim, haveria liberdade para assistir aulas. Só isso.
Mas não entendo Augustus Nicodemus. Quando ele era chanceler dessa universidade presbiteriana, os “apóstolos” da TMI, inclusive Ariovaldo Ramos, davam palestras e aulas ali.
E depois, num vídeo de apenas dois minutos, ele finalmente critica a TMI, mas à distância, como se ele nunca tivesse se aproximado, ajudado e facilitado a expansão dessa teologia, que gera liberalismo teológico. Nada de pedido de desculpas. E, depois do vídeo, nada de focar nessa teologia.
Em contraste, há vários vídeos, livros e artigos de Nicodemus e seus colegas teólogos calvinistas que tocam no assunto da chamada Teologia da Prosperidade. Mas não há a mesma preocupação, foco, espaço, energia e tempo gastos na TMI. Por que a incoerência?
A denominação de Nicodemus, a Igreja Presbiteriana do Brasil, tem vários problemas sérios, inclusive envolvendo o Rev. Marcos Amaral, um pastor que tem ecumenismo com líderes de religiões afro-brasileiras. Isso é liberalismo teológico descarado! Enquanto líderes pentecostais e neopentecostais que eles criticam sistematicamente como “hereges” ajudam os adeptos das religiões afro-brasileiras a se libertar do satanismo, Amaral representa a IPB, e dela já recebeu mais de 100 mil reais, para seu ecumenismo literalmente satânico, sem nunca ter sido chamado de herege por Nicodemus e seus companheiros.
Os amigos reformados ecumênicos dos bruxos não são heréticos, mas os pentecostais e neopentecostais que ajudam na libertação dos bruxos são?
Outro reverendo da IPB, Jorge Barros, realizou no Brasil o maior congresso internacional da TMI. Mas nem Nicodemus nem seus colegas e adeptos “defensores do Evangelho” ousaram chamar Barros de herético.
Por que não levam a sério a presença da TMI em seu meio?
Por que, em vez de dedicar seu tempo e energia para atacar a TMI, que é a maior ameaça à Igreja Brasileira, eles dedicam tanto tempo e energia atacando a Teologia da Prosperidade, que não afeta nem influencia igrejas calvinistas, mas que incomoda de forma violenta toda a Esquerda? Aliás, numa lista de ameaças à Esquerda, a filósofa esquerdista Marilena Chaui colocou a Teologia da Prosperidade como inimiga número 1 da Esquerda.
A visão dela é certeira: enquanto a Teologia da Prosperidade ensina os pobres a ver Deus como a fonte suprema de provisão de necessidades materiais, a TMI ensina os pobres a ver o governo como a fonte suprema de provisão necessidades materiais. É só conferir como Ariovaldo Ramos e outros “apóstolos” da TMI sempre trabalharam muito junto do PT. Aliás, o assessor de confiança do PT para lidar oficialmente com assuntos evangélicos era um teólogo presbiteriano chamado Alexandre Brasil!
Não me lembro do clube teológico dos autoproclamados “defensores do Evangelho” chamando esses agentes do PT de hereges.
Não recordo também de Caio Fábio, quando ele era a maior estrela gospel da Igreja Presbiteriana do Brasil, sendo acusado de herege promovendo a TMI e mesmo depois que ele começou a se aproximar de Lula e do PT num esforço espiritualmente adúltero de atrair os líderes evangélicos ao PT.
Quantos reverendos presbiterianos, inclusive Nicodemus, ousaram criticar abertamente Caio Fábio de ser herege quando ele promovia a TMI na década de 1980? Mesmo contando nos dedos, não dá para achar um único crítico.
Parece então que o termo “herege,” tão comumente usado e abusado por pretensos “defensores do Evangelho,” não pode e nunca foi aplicado no Rev. Caio Fábio, no Rev. Marcos Amaral, no Rev. Jorge Barros e tantos outros reverendos e ex-reverendos da IPB. Mas — Santa Conveniência! — pode e tem sido aplicado a torto e direito em Silas Malafaia, porque ele prega a teologia que incomoda Marilena Chaui, o PT, os “apóstolos” da TMI, etc.
Eu bem que gostaria que Augustus Nicodemus tivesse liderado a luta contra a TMI e contra a heresia cessacionista. Mas ele escolheu outros caminhos. Ele nunca levou a sério a ameaça da TMI. O foco do clube teológico dele é a Teologia da Prosperidade. É tragicômico: o foco da marxista Marilena Chaui também é a Teologia da Prosperidade!
A Teologia da Prosperidade está incomodando apenas a Esquerda. Se Nicodemus e outros calvinistas se sentem incomodados com essa teologia, que não tem presença nenhuma em suas igrejas, é porque estão sentindo, no fundo, o que os adeptos da TMI e outros esquerdismos em seu meio estão sentindo.
A Igreja Presbiteriana do Brasil e outras igrejas calvinistas estão sofrendo decadência com o liberalismo teológico. Em todos esses problemas, a Teologia da Prosperidade é 100 por cento inocente. Mas não se pode dizer a mesma coisa sobre a TMI e o esquerdismo.
Por que não levar a sério a presença do liberalismo teológico através da TMI nas igrejas calvinistas e luteranas?
Leitura recomendada:

27 de março de 2017

O uso e abuso da “defesa do Evangelho” para promover a TMI e o cessacionismo


O uso e abuso da “defesa do Evangelho” para promover a TMI e o cessacionismo

Como é que podem salvar o quintal dos outros se não conseguem salvar seu próprio quintal?

Julio Severo
Encontrei uma página de Facebook, com milhares de curtições, que ostenta a missão de “defesa do Evangelho.” Como praxe, a página condena Silas Malafaia e líderes neopentecostais como “hereges.” Como bom exemplo, a página aponta Augustus Nicodemus, “apóstolo” do cessacionismo no Brasil, e Ariovaldo Ramos, “apóstolo” da Teologia da Missão Integral (TMI).
Pior é que esse tipo de página está se espalhando como praga na internet.
TMI é liberalismo teológico, que leva a apostasias como: apoio ao aborto, ao “casamento” gay e outras perversões. Se você acha isso impossível de acontecer no Brasil, nos Estados Unidos a maior denominação presbiteriana do mundo apoia todas essas apostasias depois de ter abraçado a versão americana da TMI.
O cessacionismo é uma heresia teológica que convence as pessoas, através de deturpações da Bíblia, a crer que o mesmo Espírito Santo que realizava maravilhas entre Jesus e seus seguidores no Novo Testamento cessou tudo depois da morte deles. Aparentemente, os teólogos cessacionistas fecharam os olhos e na imaginação deles o Espírito Santo ficou velhinho e se aposentou, deixando unicamente a eles a responsabilidade de ditar e determinar o que é aceito ou não entre os cristãos hoje.
É o cessacionismo que, em grande parte, fornece o terreno teológico seco e árido que impede a maioria dos cristãos tradicionalistas, inclusive calvinistas e luteranos, de enxergar o liberalismo teológico da TMI, que é uma teologia para cegos espirituais.
Desgraçadamente, os promotores da TMI e do cessacionismo estão se ajudando, tudo em nome da “defesa do Evangelho,” na tarefa de semear no Brasil as mesmas sementes de liberalismo teológico que infectaram e apostaram a maior denominação presbiteriana americana. A “defesa do Evangelho” deles está praticamente restrita a atacar pentecostais e neopentecostais.
A maioria desses promotores é calvinista. Eles têm tantos problemas para cuidar em seu próprio quintal, mas se metem obstinadamente em questões dos quintais dos outros, isto é, pentecostais e neopentecostais.

Massacre feito por calvinistas?

Enquanto estou escrevendo este artigo, o Papa Francisco estará canonizando 30 católicos brasileiros, inclusive padres, que foram martirizados, de acordo com reportagem do jornal O Dia, por “se negarem a abdicar da fé católica e se converter ao calvinismo.”
O alegado massacre ocorreu quatro séculos atrás no Rio Grande do Norte, cometido por unidades militares holandesas sob a liderança de um comandante alemão. O catolicismo brasileiro agora terá em seu repertório 30 santos mortos alegadamente por calvinistas.
Se houve de fato um massacre, alguém deveria sugerir aos calvinistas que façam, publicamente, um pedido de perdão aos católicos do Brasil. O problema é que se os calvinistas apelarem para o truque de alguns charlatões, que dizem que a Inquisição não existiu, eles dirão igualmente que o massacre nunca existiu!
De forma geral, os católicos brasileiros eram fanaticamente guiados pela Inquisição. Os holandeses calvinistas (que eram relativamente tolerantes e protegiam os judeus da máquina assassina da Inquisição) podiam sim se defender dos excessos habituais dos católicos da Inquisição, sem porém imitar esses excessos.
O que os calvinistas “defensores do Evangelho” dirão sobre esse caso? Se houve excesso, peçam perdão. Se não houve, defendam o que precisa ser defendido. Seja o que for que disserem, os pentecostais e neopentecostais, que eles tanto difamam e acusam, não têm nenhuma história semelhante de massacres contra católicos. Aliás, eles nem tentam massacrar os próprios calvinistas, que enchem a paciência deles dia e noite, por pura falta do que fazer.

Cuidado com a “defesa do Evangelho”

A ideia de “defesa do Evangelho” anda, entre calvinistas, tão amalucada e distorcida que anos atrás um dos líderes deles, Renato Vargens, glorificou Ariovaldo Ramos, “apóstolo” da TMI, e Hermes Fernandes, pregador da Teologia Gay, como “defensores do Evangelho”! E depois têm a cara-de-pau de dizer que os calvinistas brasileiros não são como os calvinistas americanos, que louvam teologias semelhantes à TMI e a Teologia Gay.
No passado, os cristãos verdadeiros precisavam avisar: Cuidado com os que atacam o Evangelho!
Hoje o aviso é diferente: Cuidado com os que “defendem o Evangelho,” usando-o como pretexto para promover suas próprias distorções do Evangelho!
Cuidado com os autoproclamados apologetas. Assim como há falsos pregadores do Evangelho, há também falsos defensores do Evangelho.
Aquele que se esconde atrás do Evangelho para promover teólogos da TMI e do cessacionismo, chamando-os de exemplos a ser seguidos, não é “defensor do Evangelho.” É deturpador do Evangelho.
Aquele que se esconde atrás do Evangelho para acusar, difamar e atacar cristãos com os quais ele discorda, chamando-os de “hereges” por pura birra, antipatia e dor de cotovelo, não é “defensor do Evangelho.” É difamador do Evangelho. O Pr. Silas Malafaia refutou tais críticos de internet num vídeo neste link: https://youtu.be/0u50_n6FN4Y

Se Satanás pode se transformar em anjo de luz, qual a surpresa de um difamador do Evangelho se disfarçar de “defensor do Evangelho”?
Cuidado com os grupos e páginas de internet que prometem vacinar você contra “heresias” enquanto vão injetando nas suas veias o cessacionismo, para você ficar espiritualmente cego, e a TMI, para que o liberalismo teológico leve você a não se importar com a invasão das verdadeiras heresias e no final você acabe, como um zumbi espiritual, apoiando o aborto, a agenda gay e outros itens da agenda socialista.
Os teólogos da TMI que gostam do marxismo deveriam se mudar para Cuba ou Coreia do Norte, para ver como sua teologia funciona.
Os teólogos do cessacionismo que não gostam de manifestações do Espírito Santo deveriam se mudar para algum lugar do universo onde toda a ação sobrenatural de Deus foi cessada. Só não sei onde é que eles vão encontrar tal lugar. Provavelmente, só em seus corações áridos.

Universidade Presbiteriana Mackenzie e apostasia

Não adianta os defensores do cessacionismo alegarem, agora que a TMI vem sendo atacada por causa de um genuíno trabalho apologético, que não gostam de TMI. Nos anos que em que Augustus Nicodemus era chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Ariovaldo Ramos dava aulas magnas ali. Duvido muito que Nicodemus tivesse disposição de permitir aulas magnas dada por Silas Malafaia.
Pior que, além de professores abortistas, homossexualistas e marxistas, a Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) tem um professor chamado Paulo Romeiro, que é um pastor assembleiano que ficou famoso na década de 1990 por atacar o neopentecostalismo. Mas ali de dentro de seu confortável e bem remunerado cargo na UPM, Romeiro nunca sentiu nenhuma necessidade de escrever livros para “defender o Evangelho” contra o cessacionismo e a TMI. Publicar livros contra os professores abortistas, homossexualistas e marxistas da UPM? Nem pensar! Gera desemprego na certa.
Por razões que só Deus sabe, o apologeta Romeiro, que fazia parte do Instituto Cristão de Pesquisas, nunca quis escrever tais livros.
Por razões que igualmente só Deus sabe, quando Bishara Awad esteve no Brasil anos atrás, Romeiro o deixou pregar na igreja onde pastoreia em São Paulo. Awad é ativista da Teologia da Libertação Palestina e é contrário às reivindicações dos judeus à Terra Prometida de Israel.
O que um dos maiores apologetas assembleianos tem com um dos maiores ativistas da Teologia da Libertação Palestina? A abertura dele aos calvinistas cessacionistas o abriu também para o liberalismo teológico?
Romeiro teve a chance de ser diferente dos outros “defensores do Evangelho,” tão comuns nos reverendos-teólogos da UPM, mas ele não fez diferença. Seja como for, a união com calvinistas cessacionistas não parece lhe ter feito bem.
Se nem apologetas assembleianos famosos como Romeiro escapam das incoerências típicas dos apologetas calvinistas, a pergunta é: o que aconteceu com a apologética no Brasil? Parece estar há anos em elevado grau de putrefação.
Nenhum dos apologetas calvinistas ousa denunciar a UPM e seus professores abortistas, homossexualistas e marxistas. Nenhum deles denuncia a presença da TMI na UPM. Nenhum deles denuncia o cessacionismo que faz parte das lideranças presbiterianas da UPM.
E o único apologeta assembleiano na UPM se cala, por omissão ou por medo de perder o emprego.
Enquanto os “defensores do Evangelho” poupam a UPM de todas as críticas necessárias por suas apostasias mais que óbvias, ativistas gays presbiterianos estão defendendo a UPM e atacando Julio Severo por denunciá-la!

Aliens apologetas

O fato é que a UPM, que é a glória dos calvinistas “defensores do Evangelho” catadores de ciscos dos olhos dos outros, está repleta de gente com um problema oftalmológico simples: olhos cheios de traves. Parecem Aliens, com os olhos espetados de traves fincadas com antenas que buscam ciscos nos olhos dos outros. A Bíblia fala, em duas versões, sobre esses Aliens apologetas:
“Não bombardeiem de críticas as pessoas quando elas cometem um erro, a menos que queiram receber o mesmo tratamento. O espírito crítico é como um bumerangue. É fácil ver uma mancha no rosto do próximo e esquecer-se do feio riso de escárnio no próprio rosto. Vocês têm o cinismo de dizer: ‘Deixe-me limpar o seu rosto’, quando o rosto de vocês está distorcido pelo desprezo? Isso também é teatro, é fazer o jogo do sou mais santo que você’, em vez de simplesmente viver a vida. Tire o cinismo do rosto e, então, você poderá oferecer uma toalha ao seu próximo, para que ele também limpe o rosto.” (Mateus 7:1-5 A Mensagem)
“Não julguem os outros para vocês não serem julgados por Deus. Porque Deus julgará vocês do mesmo modo que vocês julgarem os outros e usará com vocês a mesma medida que vocês usarem para medir os outros. Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: ‘Me deixe tirar esse cisco do seu olho,’ quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.” (Mateus 7:1-5 A NTLH)
É tragicômico um ser cheio de traves nos olhos achar que tem a missão apologética de remover os ciscos dos olhos dos outros.
Fica difícil, para o grande público, entender o que é “defesa do Evangelho” quando tal defesa, abundante na internet com a marca registrada calvinista, inclui defesa da TMI, do cessacionismo e silêncio com relação à apostasia da Universidade Presbiteriana Mackenzie com seus professores abortistas, homossexualistas e marxistas.
Quando brotarem, as sementes de apostasia dos grupos de “defesa do Evangelho” vão produzir muitos prejuízos para a Igreja Evangélica Brasileira, os mesmos prejuízos liberais que já vemos na Europa e EUA. E vão fazer o que então? Culpar o Silas Malafaia ou o Julio Severo?

Culpa da Teologia da Prosperidade?

As igrejas calvinistas da Europa, EUA e Brasil estão passando por liberalismo teológico e decadência. Mas nenhum de seus grandes problemas foi causado pela Teologia da Prosperidade, que mesmo assim parece ser o único foco de teólogos e escritores birrentos e briguentos dessas igrejas.
Quantas igrejas calvinistas europeias e americanas foram destruídas pela Teologia da Prosperidade? A resposta é um enfático NENHUMA. Todas as igrejas calvinistas europeias e americanas têm sido destruídas por seus próprios pecados depois de abraçarem teologias apóstatas semelhantes a TMI e por não enxergarem a nocividade do cessacionismo, que é uma eficaz ferramenta satânica de cegueira espiritual no meio deles.
Quantos problemas e apostasias da Universidade Presbiteriana Mackenzie foram causados pela Teologia da Prosperidade?
Quantos problemas da Igreja Presbiteriana do Brasil, que é dona da UPM, foram causados pela Teologia da Prosperidade?
A resposta é: NENHUM.
Só os desinformados não percebem que a motivação dos “defensores do Evangelho” é atacar o pentecostalismo, não defender o Evangelho. Para quem quer entender mais, o Pr. Silas Malafaia explica neste vídeo: https://youtu.be/UvKgMUqmi5s
A Teologia da Prosperidade é 100% inocente do estado deplorável das igrejas calvinistas europeias e americanas. Pelo contrário, a Teologia da Prosperidade tem sido reconhecidamente a única teologia que vem provocando resistência às mesmas forças liberais e esquerdistas que estão destruindo as igrejas calvinistas no mundo inteiro.
Mesmo assim, os “defensores do Evangelho” se pintam apologeticamente como os salvadores da Igreja Brasileira contra a Teologia da Prosperidade, mas são incapazes de salvar suas próprias igrejas da praga da TMI e do cessacionismo.
Eles se consideram especialistas em salvar os outros de ciscos nos olhos, enquanto as traves do cessacionismo e da TMI fincadas em seus próprios olhos os impedem de enxergar a realidade.
Como é que podem salvar os outros se não conseguem salvar a si mesmos?
A Teologia da Prosperidade nada tem a ver com a apostasia das igrejas presbiterianas do mundo. Mas o cessacionismo e o liberalismo teológico, especialmente da TMI, têm muito a ver.
Passou da hora dos “defensores do Evangelho” abrirem os olhos para seus próprios pecados, em vez de demonizarem incessantemente o quintal alheio.
Passou da hora dos “defensores do Evangelho” assumirem os pecados e apostasias de seu próprio quintal, em vez de apontarem o dedo para o quintal dos pentecostais e neopentecostais.
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26 de março de 2017

Canadá aprova Lei contra Blasfêmia para silenciar críticos do islamismo


Canadá aprova Lei contra Blasfêmia para silenciar críticos do islamismo

(Zero Hedge) Apesar de pesquisas de opinião pública que mostram que 71% dos canadenses não teriam votado na lei, o Parlamento do Canadá, com o apoio forte do governo esquerdista de Justin Trudeau, aprovou medida nesta semana de 201 a 91 votos que os críticos estão dizendo que seleciona o islamismo para receber proteção especial. Apresentado pelo parlamentar muçulmano esquerdista Iqra Khalid, a medida M-103 exorta o governo federal a “condenar a islamofobia” e a “desenvolver uma abordagem do governo inteiro para reduzir ou eliminar racismo sistemático e discriminação religiosa, inclusive a islamofobia.” O termo “islamofobia” não é em parte alguma definido na medida.
Uma petição no CitizenGo que pede que os parlamentares parem a medida “‘anti-blasfêmia’ restritiva” foi assinada por 79.500 pessoas.
“Essa medida incentivará leis que vão criminalizar opiniões vistas como ‘islamofóbicas’ e colocará as bases para impor o que é essencialmente uma lei anti-blasfêmia, baseada na lei islâmica, em todo o Canadá,” declara a petição.
“Se isso acontecer, toda crítica ao islamismo será considerada crime de ódio no Canadá,” declara a petição, acrescentando que esse “tipo de censura discriminatória com base em conteúdo e opinião é inaceitável numa democracia liberal ocidental.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Canada passes “blasphemy” bill to silence critics of Islam
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25 de março de 2017

Servo 100% de Jesus Cristo


Servo 100% de Jesus Cristo

Julio Severo
“Não há melhor posição do que ser servo de Jesus Cristo!” disse um padre nesta semana. A declaração dele está correta.
Mas para que o servo seja de fato servo, a entrega tem de ser 100%. Quantas vezes já não vi padres se apresentando como “servos de Maria”?
Como pode um cristão servir a dois senhores, Jesus e Maria, ao mesmo tempo? É meio a meio? Metade para Jesus e metade para Maria?
Jesus disse:
“Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro…” (Mateus 6:24 NVI)
O que Ele quis dizer é que se você dedica 100% de sua vida a um senhor, não sobrará nada para outros. Mas se você dedica 90% ou menos para Jesus, sobrará dedicação para outros senhores, bons e maus, inclusive Maria, ideologias, Calvino, Karl Marx, Bispo Macedo, Lutero, Papa Francisco, etc.
Claro que Maria não está no mesmo nível de Marx, pois ela está no Céu, embora não ocupe nenhuma posição de divindade ou supremacia espiritual. Ali, ela é apenas uma mulher que foi salva de seus pecados por Jesus. Ela é apenas serva de Jesus.
Marx está no inferno, pois ele nunca quis nada com Jesus e sua salvação.
É errado idolatrar seres humanos, mesmo que eles sejam bons.
É errado idolatrar Maria.
É errado idolatrar Lutero.
É errado idolatrar Silas Malafaia, o maior líder assembleiano do Brasil, embora ele seja vastamente criticado entre calvinistas e assembleianos.
É errado idolatrar Calvino.
É errado idolatrar Augustus Nicodemus, “apóstolo” do cessacionismo brasileiro que é venerado entre calvinistas cessacionistas e assembleianos que sofrem de desorientação espiritual e falta de identidade bíblica.
É errado idolatrar o papa.
É errado idolatrar qualquer líder cristão, mesmo que ele se pareça com um anjo em integridade moral e espiritual, mesmo que ele faça maravilhas mediante dons sobrenaturais do Espírito Santo.
Recentemente, vi a força da idolatria quando apontei, sem fazer as invocações habituais de “herético” tão usadas, abusadas e desgastadas por pretensos “defensores do Evangelho,” um deslize e omissão de um grande pregador. Seus seguidores parecem achar que ele é incapaz de cometer deslizes e omissões. Esse tipo de idolatria já custou, no passado, muito caro para os evangélicos do Brasil.
O ato de idolatrar, entre cristãos, é evidência de que nunca houve uma entrega de 100% da dedicação a Jesus. Quem dedica menos de 100% sempre terá alguma coisa para oferecer a outros senhores. Por isso, é comum encontrar cristãos nominais que falam que adoram Jesus, mas prestam dedicação a ideologias, ou ao Bispo Macedo, ou à estátua da Aparecida. Outros prestam dedicação também a vícios como álcool, roubo, mentira e sexo fora do casamento. Não é possível servir 100% dois senhores ao mesmo tempo!
Certa vez, uma líder católica, vendo como eu estava muito envolvido com católicos pró-vida, me perguntou: “Julio, você ama Maria?” Respondi: “Amo 100% Jesus.” Ela coçou a cabeça com uma expressão de que havia sido pega com uma resposta inteligente e inesperada. Presumo que ela tenha entendido que na minha vida não havia espaço para mais ninguém.
Não é difícil ser servo 10%, 20% ou 60% de Jesus. Esse tipo de cristão não é, infelizmente, uma espécie rara e em extinção. Ele barganha parte de sua vida para Jesus e o restante ele oferece em cima de outros altares.
Jesus exige 100%. Ele disse:
Se alguém vem a mim e ama o seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo(Lucas 14:26 NVI)
“Quem ama seu pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim.” (Mateus 10:37 King James Atualizada)
Em outra versão, Ele disse:
“Se forem mais dedicados ao filho ou à filha que a mim, vocês não me merecem.” (Mateus 10:37b A Mensagem)
Portanto, se você diz servir Jesus, precisa amar mais a Ele do que você ama sua mãe e pai. Você precisa amá-Lo mais do que você ama seus filhos. Sem tal amor, você realmente não serve Jesus.
Jesus exige e merece 100% de adoração, amor, dedicação, etc. Isso é ser servo de Jesus. Não existe, no Reino de Deus, servos de tempo parcial. Ou você é servo de tempo integral, ou sempre haverá tempo e espaço para outros senhores e senhoras.
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23 de março de 2017

Paul Washer debochou da experiência sobrenatural do Apóstolo Paulo?


Paul Washer debochou da experiência sobrenatural do Apóstolo Paulo?

Julio Severo
O evangelista calvinista Paul Washer sofreu um ataque cardíaco dias atrás e, em seu estado crítico numa cama de hospital, mandou um recado no seu Twitter:
“Se faz você se sentir melhor, não fui ao terceiro céu.”
Paul Washer
Momento de ataque cardíaco não é hora de piadas, nem contra quem sofreu o ataque e muito menos de quem sofreu.
Quem apenas observa a vítima não pode debochar, pois todos igualmente são vulneráveis à morte.
Quem sofre um ataque cardíaco não pode se dar ao luxo de brincar com as coisas de Deus.
Terceiro céu foi uma experiência sobrenatural que o Apóstolo Paulo teve, em que ele parece ter morrido e tido visões celestiais, conforme descrito em 2 Coríntios 12.
É comum calvinistas cessacionistas debocharem de seguidores de Jesus que têm experiências sobrenaturais hoje. Mas brincar com experiências sobrenaturais dos apóstolos é ato mais sério.
Se eu estivesse no lugar do Washer, numa cama de hospital em estado crítico, nem de longe eu brincaria com as coisas de Deus. Eu tremeria só de pensar nisso.
Washer disse:
“Se faz você se sentir melhor, não fui ao terceiro céu.”
Ele demonstra convicção de que o público dele só vai se sentir melhor se ele tiver uma experiência de morte normal sem nenhuma experiência sobrenatural. Ora, nas questões envolvendo morte, quem tem o controle absoluto é Deus. Se Ele escolher fazer com um homem ou mulher hoje o que Ele fez com o Apóstolo Paulo, toda a glória seja dada a Ele.
Mas por que o público de Washer se sentiria melhor se ele não tivesse experiências sobrenaturais na morte? Eles são cessacionistas? Eles são descrentes? Eles não gostam de visitações de Deus? Eles são do tipo que passa a vida inteira rejeitando as intervenções de Deus e na morte querem manter fidelidade às suas descrenças por amor a uma teologia carnal?
O Apóstolo Paulo não escolheu ter uma experiência de terceiro céu e outras experiências sobrenaturais. Quem decide isso é só Deus. Por que evitar tal experiência faria alguém se sentir melhor? Tenho certeza de que Satanás não se sentiu melhor com a experiência de Paulo.
Fico sem entender a brincadeira de mau-gosto do evangelista calvinista Paul Washer.
Fico também sem entender certas omissões dele.
Ouvi algumas pregações dele, onde ele especificamente condenou o que chamam de Teologia da Prosperidade. Mas, depois de fazer muitas buscas, não encontrei uma única condenação dele à Teologia da Missão Integral (TMI).
A Teologia da Prosperidade não ameaça os calvinistas, que a rejeitam totalmente. A única teologia que ameaça os calvinistas é a TMI, que é a versão protestante da Teologia da Libertação. Isto é, é uma teologia de alma marxista. Sobre esse assunto, tenho um e-book em português, inglês e espanhol. Para mais informações, acesse este link: http://bit.ly/141G7JH
Alguns poderiam argumentar que Washer não condena a TMI porque ele é americano e nunca ouviu falar disso.
Tal argumento dificilmente se sustentaria, pois Washer foi missionário no Peru durante dez anos. O Peru é um dos países latino-americanos em que as igrejas calvinistas foram mais marcadas pela TMI. Portanto, dez anos no Peru foi tempo mais que suficiente para ele ver, ouvir e sentir a TMI em toda a sua desgraça —a menos que ele não tivesse achado que aquilo era desgraça.
Considerando que as igrejas calvinistas do Brasil foram grandemente afetadas pela TMI, era de esperar que todas as visitas de Washer ao Brasil incluíssem condenações específicas à TMI. Não algumas condenações, porém muitas. Mas isso nunca aconteceu…
Um pregador calvinista palestrar em reuniões calvinistas do Brasil sem tratar especificamente da TMI é como um especialista médico atender um paciente de câncer e, em vez de lidar diretamente com o câncer, tratar de um resfriado. Tratar do resfriado é importante, mas lidar com o câncer é vital.
Se Washer não pretende tratar do câncer da TMI entre calvinistas, por que vir ao Brasil?
Por outro lado, se ele pisar no calo principal dos calvinistas brasileiros, a TMI, vão querer convidá-lo de novo ao Brasil? É fácil ele vir ao Brasil e, em vez de atacar o principal problema do quintal calvinista, atacar o problema do quintal dos outros.
Eu bem que gostaria que Washer tivesse uma experiência de terceiro céu. Ele voltaria menos descrente, menos debochador e mais focado nas prioridades de Deus com relação aos graves problemas dos calvinistas brasileiros, que precisam de muita ajuda. Mas se nem um calvinista como Washer tem disposição de falar contra o câncer da TMI, quem o fará?
Meu desejo sincero é que ele se recupere do ataque cardíaco e ganhe consciência da importante responsabilidade que ele tem de priorizar, em seus alertas aos calvinistas brasileiros, a ameaça da TMI. Só um milagre pode realizar isso, e eu creio em milagres.
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